
Direção Musical
Direção Musical
Direção Musical
Marcos Cerejo
Marcos Cerejo
Marcos Cerejo
Preparação Vocal
Preparação Vocal
Preparação Vocal
Mónica Beltrão
Mónica Beltrão
Mónica Beltrão
Criação | Encenação | Coreografias
Criação | Encenação | Coreografias
Criação | Encenação | Coreografias
Nova Era Schola
Nova Era Schola
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Design Gráfico
Design Gráfico
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Sérgio Correia
Sérgio Correia
Sérgio Correia
Convidados
Convidados
Convidados
Vera Burnay Livério
Solista
Vera Burnay Livério
Solista
Vera Burnay Livério
Solista
Coro Mãos que Cantam
Direção: Sérgio Peixoto
Coro Mãos que Cantam
Direção: Sérgio Peixoto
Coro Mãos que Cantam
Direção: Sérgio Peixoto
Maia Balduz
Cantora e compositora
Maia Balduz
Cantora e compositora
Maia Balduz
Cantora e compositora

Quando nascemos, o choro é o sinal de que respiramos.
É o primeiro marco do início de uma vida, um gesto instintivo e vital do aparelho fonador, primário e profundamente humano.
Com o tempo, é através da voz que começamos a comunicar — antes mesmo das palavras, e muitas vezes para além delas. A voz é o nosso primeiro instrumento: nasce connosco, cresce connosco. Acompanha o corpo, ecoa as emoções, carrega as nossas vivências.
A voz é sinal de vida.
É identidade. É ponte entre o íntimo e o mundo. É meio de sobrevivência e, acima de tudo, uma necessidade.
Neste espetáculo, partindo da voz como objeto artístico e expressivo, embarcamos numa experiência sonora pelos contextos e momentos em que a voz e o canto emergem como urgência, como ritual, como gesto de humanidade.
Visitaremos os cantos de chamamento do gado, o riso, o choro, o grito. Celebrações de vida e de morte. Canções de trabalho. Práticas meditativas.
E seguiremos a sua evolução — do ancestral ao contemporâneo — revelando como a voz continua a ser espelho do que somos, e do que precisamos dizer ou Ser.
Quando nascemos, o choro é o sinal de que respiramos.
É o primeiro marco do início de uma vida, um gesto instintivo e vital do aparelho fonador, primário e profundamente humano.
Com o tempo, é através da voz que começamos a comunicar — antes mesmo das palavras, e muitas vezes para além delas. A voz é o nosso primeiro instrumento: nasce connosco, cresce connosco. Acompanha o corpo, ecoa as emoções, carrega as nossas vivências.
A voz é sinal de vida.
É identidade. É ponte entre o íntimo e o mundo. É meio de sobrevivência e, acima de tudo, uma necessidade.
Neste espetáculo, partindo da voz como objeto artístico e expressivo, embarcamos numa experiência sonora pelos contextos e momentos em que a voz e o canto emergem como urgência, como ritual, como gesto de humanidade.
Visitaremos os cantos de chamamento do gado, o riso, o choro, o grito. Celebrações de vida e de morte. Canções de trabalho. Práticas meditativas.
E seguiremos a sua evolução — do ancestral ao contemporâneo — revelando como a voz continua a ser espelho do que somos, e do que precisamos dizer ou Ser.
Quando nascemos, o choro é o sinal de que respiramos.
É o primeiro marco do início de uma vida, um gesto instintivo e vital do aparelho fonador, primário e profundamente humano.
Com o tempo, é através da voz que começamos a comunicar — antes mesmo das palavras, e muitas vezes para além delas. A voz é o nosso primeiro instrumento: nasce connosco, cresce connosco. Acompanha o corpo, ecoa as emoções, carrega as nossas vivências.
A voz é sinal de vida.
É identidade. É ponte entre o íntimo e o mundo. É meio de sobrevivência e, acima de tudo, uma necessidade.
Neste espetáculo, partindo da voz como objeto artístico e expressivo, embarcamos numa experiência sonora pelos contextos e momentos em que a voz e o canto emergem como urgência, como ritual, como gesto de humanidade.
Visitaremos os cantos de chamamento do gado, o riso, o choro, o grito. Celebrações de vida e de morte. Canções de trabalho. Práticas meditativas.
E seguiremos a sua evolução — do ancestral ao contemporâneo — revelando como a voz continua a ser espelho do que somos, e do que precisamos dizer ou Ser.

Epitáfio de Sícilo
Epitáfio de Sícilo
Considerado o mais antigo exemplo conhecido de uma composição musical completa — incluindo notação e texto — do mundo ocidental, o Epitáfio de Sícilo é uma breve, mas comovente, melodia da Grécia Antiga.
A inscrição descoberta foi gravada numa lápide perto de Aidim, na atual Turquia, nas proximidades da antiga cidade de Éfeso. Segundo o texto gravado, a peça foi composta por Sícilo em memória da sua esposa, presumivelmente ali sepultada.
Além da notação musical e do texto, a lápide traz a seguinte dedicatória:
Eu sou uma lápide, uma imagem. Sícilo colocou-me aqui como símbolo eterno de lembrança imortal.
Esta breve composição, de extraordinária beleza e simplicidade, atravessou os séculos como um testemunho da perenidade da arte e do amor humano — uma voz antiga que continua a ecoar na eternidade.
Enquanto viveres, sê feliz
Não te entristeças com nada;
A vida é curta
E o tempo exige um fim.
Solista: Rodrigo Amaral
Considerado o mais antigo exemplo conhecido de uma composição musical completa — incluindo notação e texto — do mundo ocidental, o Epitáfio de Sícilo é uma breve, mas comovente, melodia da Grécia Antiga.
A inscrição descoberta foi gravada numa lápide perto de Aidim, na atual Turquia, nas proximidades da antiga cidade de Éfeso. Segundo o texto gravado, a peça foi composta por Sícilo em memória da sua esposa, presumivelmente ali sepultada.
Além da notação musical e do texto, a lápide traz a seguinte dedicatória:
Eu sou uma lápide, uma imagem. Sícilo colocou-me aqui como símbolo eterno de lembrança imortal.
Esta breve composição, de extraordinária beleza e simplicidade, atravessou os séculos como um testemunho da perenidade da arte e do amor humano — uma voz antiga que continua a ecoar na eternidade.
Enquanto viveres, sê feliz
Não te entristeças com nada;
A vida é curta
E o tempo exige um fim.
Solista: Rodrigo Amaral
Considerado o mais antigo exemplo conhecido de uma composição musical completa — incluindo notação e texto — do mundo ocidental, o Epitáfio de Sícilo é uma breve, mas comovente, melodia da Grécia Antiga.
A inscrição descoberta foi gravada numa lápide perto de Aidim, na atual Turquia, nas proximidades da antiga cidade de Éfeso. Segundo o texto gravado, a peça foi composta por Sícilo em memória da sua esposa, presumivelmente ali sepultada.
Além da notação musical e do texto, a lápide traz a seguinte dedicatória:
Eu sou uma lápide, uma imagem. Sícilo colocou-me aqui como símbolo eterno de lembrança imortal.
Esta breve composição, de extraordinária beleza e simplicidade, atravessou os séculos como um testemunho da perenidade da arte e do amor humano — uma voz antiga que continua a ecoar na eternidade.
Enquanto viveres, sê feliz
Não te entristeças com nada;
A vida é curta
E o tempo exige um fim.
Solista: Rodrigo Amaral
Hermitage
Hermitage
Hugo Bell
Hugo Bell
Hermitage inspira-se no renomado poema de Wang Wei, Parque dos Cervos, uma obra célebre da Dinastia Tang (sec. VI-VIII)
Uma tradução literal e abstrata do poema original de 20 caracteres é usada ao longo da peça, com cada palavra desprovida de contexto, mas contribuindo para uma impressão superficial de significado. À medida que a peça se desenvolve, novas extrapolações poéticas se entrelaçam, como se a mesma cena fosse visualizada de várias perspectivas ao mesmo tempo.
Ao longo da peça, cada intérprete deve seguir seu próprio pulso independente (batimento cardíaco) em vez do método tradicional de cronometragem, resultando numa textura complexa e orgânica.
Empty – Mountain – (not) – See – People – But – Hear – People – Words – Echo – Return – Brightness (…)
Hermitage inspira-se no renomado poema de Wang Wei, Parque dos Cervos, uma obra célebre da Dinastia Tang (sec. VI-VIII)
Uma tradução literal e abstrata do poema original de 20 caracteres é usada ao longo da peça, com cada palavra desprovida de contexto, mas contribuindo para uma impressão superficial de significado. À medida que a peça se desenvolve, novas extrapolações poéticas se entrelaçam, como se a mesma cena fosse visualizada de várias perspectivas ao mesmo tempo.
Ao longo da peça, cada intérprete deve seguir seu próprio pulso independente (batimento cardíaco) em vez do método tradicional de cronometragem, resultando numa textura complexa e orgânica.
Empty – Mountain – (not) – See – People – But – Hear – People – Words – Echo – Return – Brightness (…)
Hermitage inspira-se no renomado poema de Wang Wei, Parque dos Cervos, uma obra célebre da Dinastia Tang (sec. VI-VIII)
Uma tradução literal e abstrata do poema original de 20 caracteres é usada ao longo da peça, com cada palavra desprovida de contexto, mas contribuindo para uma impressão superficial de significado. À medida que a peça se desenvolve, novas extrapolações poéticas se entrelaçam, como se a mesma cena fosse visualizada de várias perspectivas ao mesmo tempo.
Ao longo da peça, cada intérprete deve seguir seu próprio pulso independente (batimento cardíaco) em vez do método tradicional de cronometragem, resultando numa textura complexa e orgânica.
Empty – Mountain – (not) – See – People – But – Hear – People – Words – Echo – Return – Brightness (…)
Voice on the Wind
Voice on the Wind
Sarah Quartel
Sarah Quartel
Voice on the Wind apresenta um texto inspirador, escrito pela compositora, sobre o poder do canto. Com uma melodia cativante, canto scat imitativo e um acompanhamento de tambor de mão, esta peça possui todas as características do estilo inovador de Quartel.
Eu ouvi uma voz no vento de verão, Quem ela é, não consigo explicar.
Sopra livre e forte; força e espírito na sua canção.
Eu ouvi uma voz no vento de verão, soa familiar como a minha.
Eu sou a voz no vento de verão, forte e segura onde quer que eu esteja.
Solista: Sérgio Correia
Voice on the Wind apresenta um texto inspirador, escrito pela compositora, sobre o poder do canto. Com uma melodia cativante, canto scat imitativo e um acompanhamento de tambor de mão, esta peça possui todas as características do estilo inovador de Quartel.
Eu ouvi uma voz no vento de verão, Quem ela é, não consigo explicar.
Sopra livre e forte; força e espírito na sua canção.
Eu ouvi uma voz no vento de verão, soa familiar como a minha.
Eu sou a voz no vento de verão, forte e segura onde quer que eu esteja.
Solista: Sérgio Correia
Voice on the Wind apresenta um texto inspirador, escrito pela compositora, sobre o poder do canto. Com uma melodia cativante, canto scat imitativo e um acompanhamento de tambor de mão, esta peça possui todas as características do estilo inovador de Quartel.
Eu ouvi uma voz no vento de verão, Quem ela é, não consigo explicar.
Sopra livre e forte; força e espírito na sua canção.
Eu ouvi uma voz no vento de verão, soa familiar como a minha.
Eu sou a voz no vento de verão, forte e segura onde quer que eu esteja.
Solista: Sérgio Correia
Laughing Song
Laughing Song
Pal-so-Seoung
Pal-so-Seoung
O riso não tem língua! Sílabas sem sentido e passagens por várias formas de riso fazem desta uma obra altamente divertida tanto para cantores quanto para ouvintes. Uma peça caricata que é colorida por uma história de amor. Ou desdém?
O riso não tem língua! Sílabas sem sentido e passagens por várias formas de riso fazem desta uma obra altamente divertida tanto para cantores quanto para ouvintes. Uma peça caricata que é colorida por uma história de amor. Ou desdém?
O riso não tem língua! Sílabas sem sentido e passagens por várias formas de riso fazem desta uma obra altamente divertida tanto para cantores quanto para ouvintes. Uma peça caricata que é colorida por uma história de amor. Ou desdém?
Stripsody for a Lady
Stripsody for a Lady
Cathy Berberian
Cathy Berberian
Stripsody for a Lady é uma peça vocal solo da mezzo-soprano e compositora americana Cathy Berberian, criada em 1966.
A composição é uma obra de música de vanguarda que usa sons onomatopaicos e vocalizos de histórias aos quadrinhos como material principal. Berberian pretende que a peça seja executada por um único vocalista que atua como um especialista em efeitos sonoros, produzindo todos os sons e gestos com a voz e o corpo. O intérprete é incentivado a usar gestos teatrais e mímica para potencializar o efeito.
Stripsody continua a ser a composição mais conhecida de Berberian e é considerada um excelente exemplo do seu uso criativo da voz. O seu espírito experimental e a mistura de formas de arte musical e visual continuam a influenciar artistas e académicos até hoje.
Solista: Vera Burnay Livério
Stripsody for a Lady é uma peça vocal solo da mezzo-soprano e compositora americana Cathy Berberian, criada em 1966.
A composição é uma obra de música de vanguarda que usa sons onomatopaicos e vocalizos de histórias aos quadrinhos como material principal. Berberian pretende que a peça seja executada por um único vocalista que atua como um especialista em efeitos sonoros, produzindo todos os sons e gestos com a voz e o corpo. O intérprete é incentivado a usar gestos teatrais e mímica para potencializar o efeito.
Stripsody continua a ser a composição mais conhecida de Berberian e é considerada um excelente exemplo do seu uso criativo da voz. O seu espírito experimental e a mistura de formas de arte musical e visual continuam a influenciar artistas e académicos até hoje.
Solista: Vera Burnay Livério
Stripsody for a Lady é uma peça vocal solo da mezzo-soprano e compositora americana Cathy Berberian, criada em 1966.
A composição é uma obra de música de vanguarda que usa sons onomatopaicos e vocalizos de histórias aos quadrinhos como material principal. Berberian pretende que a peça seja executada por um único vocalista que atua como um especialista em efeitos sonoros, produzindo todos os sons e gestos com a voz e o corpo. O intérprete é incentivado a usar gestos teatrais e mímica para potencializar o efeito.
Stripsody continua a ser a composição mais conhecida de Berberian e é considerada um excelente exemplo do seu uso criativo da voz. O seu espírito experimental e a mistura de formas de arte musical e visual continuam a influenciar artistas e académicos até hoje.
Solista: Vera Burnay Livério
Kulning
Kulning
Suécia
Suécia
Kulning é um cântico tradicional escandinavo, de origem na Suécia, que era usado principalmente por mulheres para chamar o gado de volta das pastagens remotas. O vocalizo permite que o som agudo e melódico se propague por longas distâncias, atravessando florestas e montanhas. As melodias são muitas vezes intuitivas e improvisadas, imitando os sons da natureza e dos pássaros. Cada pastora desenvolvia a sua própria versão, que era reconhecida pelo seu gado. A prática remonta à Idade Média, quando as mulheres levavam os animais para pastar em quintas de verão chamadas fäbodar.
Solistas: Marta Tavares, Rita Barata
Kulning é um cântico tradicional escandinavo, de origem na Suécia, que era usado principalmente por mulheres para chamar o gado de volta das pastagens remotas. O vocalizo permite que o som agudo e melódico se propague por longas distâncias, atravessando florestas e montanhas. As melodias são muitas vezes intuitivas e improvisadas, imitando os sons da natureza e dos pássaros. Cada pastora desenvolvia a sua própria versão, que era reconhecida pelo seu gado. A prática remonta à Idade Média, quando as mulheres levavam os animais para pastar em quintas de verão chamadas fäbodar.
Solistas: Marta Tavares, Rita Barata
Kulning é um cântico tradicional escandinavo, de origem na Suécia, que era usado principalmente por mulheres para chamar o gado de volta das pastagens remotas. O vocalizo permite que o som agudo e melódico se propague por longas distâncias, atravessando florestas e montanhas. As melodias são muitas vezes intuitivas e improvisadas, imitando os sons da natureza e dos pássaros. Cada pastora desenvolvia a sua própria versão, que era reconhecida pelo seu gado. A prática remonta à Idade Média, quando as mulheres levavam os animais para pastar em quintas de verão chamadas fäbodar.
Solistas: Marta Tavares, Rita Barata
Trilo
Trilo
Suécia, arr: Bengt Ollén
Suécia, arr: Bengt Ollén
A canção sueca a que se refere, Trilo, é uma canção popular tradicional, originária da costa oeste da Suécia. A letra expressa a saudade de um ente querido que está no mar. A canção era usada pelas mulheres dos pescadores para os guiar de volta em segurança através da névoa e da escuridão.
Solistas: Salomé Alves, Marta Tavares, Beatriz Peixoto
A canção sueca a que se refere, Trilo, é uma canção popular tradicional, originária da costa oeste da Suécia. A letra expressa a saudade de um ente querido que está no mar. A canção era usada pelas mulheres dos pescadores para os guiar de volta em segurança através da névoa e da escuridão.
Solistas: Salomé Alves, Marta Tavares, Beatriz Peixoto
A canção sueca a que se refere, Trilo, é uma canção popular tradicional, originária da costa oeste da Suécia. A letra expressa a saudade de um ente querido que está no mar. A canção era usada pelas mulheres dos pescadores para os guiar de volta em segurança através da névoa e da escuridão.
Solistas: Salomé Alves, Marta Tavares, Beatriz Peixoto
Emmeleia
Emmeleia
Grécia
Grécia
Emmeleia é uma palavra grega que se refere a uma dança solene e digna usada nas tragédias da Grécia antiga. A palavra está relacionada com o grego emmelēs, que significa harmonioso ou adequado. O termo é frequentemente associado a harmonia perfeita na música grega antiga.
Solista: Davide Jori
Emmeleia é uma palavra grega que se refere a uma dança solene e digna usada nas tragédias da Grécia antiga. A palavra está relacionada com o grego emmelēs, que significa harmonioso ou adequado. O termo é frequentemente associado a harmonia perfeita na música grega antiga.
Solista: Davide Jori
Emmeleia é uma palavra grega que se refere a uma dança solene e digna usada nas tragédias da Grécia antiga. A palavra está relacionada com o grego emmelēs, que significa harmonioso ou adequado. O termo é frequentemente associado a harmonia perfeita na música grega antiga.
Solista: Davide Jori
Silêncio
Silêncio
Maia Balduz
Maia Balduz
Cessa o teu canto! – Fernando Pessoa
Cessa o teu canto! Cessa, que, enquanto O ouvi, ouvia uma outra voz
Como que vindo nos intervalos do brando encanto com que o teu canto vinha até nós.
Ouvi-te e ouvi-a no mesmo tempo e diferentes juntas a cantar.
E a melodia que não havia, se agora a lembro, faz-me chorar.
Foi tua voz, encantamento, que, sem querer, nesse momento
vago acordou um ser qualquer alheio a nós que nos falou?
Não sei. Não cantes! Deixa-me ouvir qual o silêncio
Que vem a seguir a tu cantares!
Neste breve e delicado poema, Fernando Pessoa explora o poder misterioso da música e do silêncio. O sujeito poético, ao escutar um canto, é tomado por uma emoção que transcende o som — uma voz interior, ou talvez uma memória antiga, que desperta no intervalo entre as notas.
A melodia exterior torna-se ponte para um outro plano, onde o encanto da arte se mistura ao insondável da alma. O pedido final — Não cantes! Deixa-me ouvir qual o silêncio que vem a seguir a tu cantares! — revela o anseio pelo instante efémero em que o som se extingue e o silêncio se transforma num eco espiritual.
Mas, e, se não tivermos voz?
O Coro Mãos que Cantam interpreta este poema de Fernando Pessoa
musicado pela cantora Maia Balduz.
Cessa o teu canto! – Fernando Pessoa
Cessa o teu canto! Cessa, que, enquanto O ouvi, ouvia uma outra voz
Como que vindo nos intervalos do brando encanto com que o teu canto vinha até nós.
Ouvi-te e ouvi-a no mesmo tempo e diferentes juntas a cantar.
E a melodia que não havia, se agora a lembro, faz-me chorar.
Foi tua voz, encantamento, que, sem querer, nesse momento
vago acordou um ser qualquer alheio a nós que nos falou?
Não sei. Não cantes! Deixa-me ouvir qual o silêncio
Que vem a seguir a tu cantares!
Neste breve e delicado poema, Fernando Pessoa explora o poder misterioso da música e do silêncio. O sujeito poético, ao escutar um canto, é tomado por uma emoção que transcende o som — uma voz interior, ou talvez uma memória antiga, que desperta no intervalo entre as notas.
A melodia exterior torna-se ponte para um outro plano, onde o encanto da arte se mistura ao insondável da alma. O pedido final — Não cantes! Deixa-me ouvir qual o silêncio que vem a seguir a tu cantares! — revela o anseio pelo instante efémero em que o som se extingue e o silêncio se transforma num eco espiritual.
Mas, e, se não tivermos voz?
O Coro Mãos que Cantam interpreta este poema de Fernando Pessoa
musicado pela cantora Maia Balduz.
Cessa o teu canto! – Fernando Pessoa
Cessa o teu canto! Cessa, que, enquanto O ouvi, ouvia uma outra voz
Como que vindo nos intervalos do brando encanto com que o teu canto vinha até nós.
Ouvi-te e ouvi-a no mesmo tempo e diferentes juntas a cantar.
E a melodia que não havia, se agora a lembro, faz-me chorar.
Foi tua voz, encantamento, que, sem querer, nesse momento
vago acordou um ser qualquer alheio a nós que nos falou?
Não sei. Não cantes! Deixa-me ouvir qual o silêncio
Que vem a seguir a tu cantares!
Neste breve e delicado poema, Fernando Pessoa explora o poder misterioso da música e do silêncio. O sujeito poético, ao escutar um canto, é tomado por uma emoção que transcende o som — uma voz interior, ou talvez uma memória antiga, que desperta no intervalo entre as notas.
A melodia exterior torna-se ponte para um outro plano, onde o encanto da arte se mistura ao insondável da alma. O pedido final — Não cantes! Deixa-me ouvir qual o silêncio que vem a seguir a tu cantares! — revela o anseio pelo instante efémero em que o som se extingue e o silêncio se transforma num eco espiritual.
Mas, e, se não tivermos voz?
O Coro Mãos que Cantam interpreta este poema de Fernando Pessoa
musicado pela cantora Maia Balduz.
Midnight Hum
Midnight Hum
Starling Arrow
Starling Arrow
A Voz como cura. Várias práticas meditativas espalhadas pelo Mundo usam a voz como fonte de sabedoria e energia. Terminamos este espetáculo num tom de gratidão, calma e paz. Como uma Mãe embala o seu bebé com a sua voz, com o seu canto, terminamos Penso, logo Canto de forma idêntica. Num bálsamo vocal que renova e tranquiliza.
A Voz como cura. Várias práticas meditativas espalhadas pelo Mundo usam a voz como fonte de sabedoria e energia. Terminamos este espetáculo num tom de gratidão, calma e paz. Como uma Mãe embala o seu bebé com a sua voz, com o seu canto, terminamos Penso, logo Canto de forma idêntica. Num bálsamo vocal que renova e tranquiliza.
A Voz como cura. Várias práticas meditativas espalhadas pelo Mundo usam a voz como fonte de sabedoria e energia. Terminamos este espetáculo num tom de gratidão, calma e paz. Como uma Mãe embala o seu bebé com a sua voz, com o seu canto, terminamos Penso, logo Canto de forma idêntica. Num bálsamo vocal que renova e tranquiliza.




Nova Era Schola
Nova Era Schola
Nova Era Schola é um projeto musical fundado em Janeiro de 2020 e tem neste momento cerca de 30 cantores com idades compreendidas entre os 14 e os 30 anos. Fazer parte do Nova Era Schola dá ao jovem cantor a oportunidade de se desenvolver musicalmente em ambiente semi profissional. Cada cantor tem sessões de canto de grupo onde pode explorar e trabalhar a sua técnica vocal sob o acompanhamento da instrutora vocal. O NES é uma plataforma criada para o crescimento técnico - musical dos cantores e a sua possível integração no Nova Era Vocal Ensemble, com base no seu desempenho e envolvimento. As sessões de técnica vocal individual e de grupo são lideradas por Mónica Beltrão Santos.
Em conjunto com o Coro Médico de Lisboa e a Orquestra do Atlântico cantaram MAGNIFICAT de Kim Enersen. Dos vários concertos realizados desde a sua criação, destacam-se três concertos temáticos: A Viagem dos Pastores, um concerto performativo natalício; Schola canta Jazz, que contou com um trio de Jazz sobre música eclética do compositor inglês Bob Chilcott; EQUINOX, um espetáculo multifacetado com poesia e música instrumental que aborda o Ciclo das Estações do Ano e o seu impacto em cada um de nós.
Atualmente, a direção musical do NES está ao encargo do maestro Marcos Cerejo.
Nova Era Schola é um projeto musical fundado em Janeiro de 2020 e tem neste momento cerca de 30 cantores com idades compreendidas entre os 14 e os 30 anos. Fazer parte do Nova Era Schola dá ao jovem cantor a oportunidade de se desenvolver musicalmente em ambiente semi profissional. Cada cantor tem sessões de canto de grupo onde pode explorar e trabalhar a sua técnica vocal sob o acompanhamento da instrutora vocal. O NES é uma plataforma criada para o crescimento técnico - musical dos cantores e a sua possível integração no Nova Era Vocal Ensemble, com base no seu desempenho e envolvimento. As sessões de técnica vocal individual e de grupo são lideradas por Mónica Beltrão Santos.
Em conjunto com o Coro Médico de Lisboa e a Orquestra do Atlântico cantaram MAGNIFICAT de Kim Enersen. Dos vários concertos realizados desde a sua criação, destacam - se três concertos temáticos: A Viagem dos Pastores, um concerto performativo natalício; Schola canta Jazz, que contou com um trio de Jazz sobre música eclética do compositor inglês Bob Chilcott; EQUINOX, um espetáculo multifacetado com poesia e música instrumental que aborda o Ciclo das Estações do Ano e o seu impacto em cada um de nós.
Atualmente, a direção musical do NES está ao encargo do maestro Marcos Cerejo.
Nova Era Schola é um projeto musical fundado em Janeiro de 2020 e tem neste momento cerca de 30 cantores com idades compreendidas entre os 14 e os 30 anos. Fazer parte do Nova Era Schola dá ao jovem cantor a oportunidade de se desenvolver musicalmente em ambiente semi profissional. Cada cantor tem sessões de canto de grupo onde pode explorar e trabalhar a sua técnica vocal sob o acompanhamento da instrutora vocal. O NES é uma plataforma criada para o crescimento técnico - musical dos cantores e a sua possível integração no Nova Era Vocal Ensemble, com base no seu desempenho e envolvimento. As sessões de técnica vocal individual e de grupo são lideradas por Mónica Beltrão Santos.
Em conjunto com o Coro Médico de Lisboa e a Orquestra do Atlântico cantaram MAGNIFICAT de Kim Enersen. Dos vários concertos realizados desde a sua criação, destacam-se três concertos temáticos: A Viagem dos Pastores, um concerto performativo natalício; Schola canta Jazz, que contou com um trio de Jazz sobre música eclética do compositor inglês Bob Chilcott; EQUINOX, um espetáculo multifacetado com poesia e música instrumental que aborda o Ciclo das Estações do Ano e o seu impacto em cada um de nós.
Atualmente, a direção musical do NES está ao encargo do maestro Marcos Cerejo.
Afonso Arruda | Alex Bastos | Ana Davies | Ana Borges
André Silvestre | Bianca Lupsa | Beatriz Cerqueira | Beatriz Peixoto
Carolina Rodrigues | Daniel Pacheco | Davide Jori | Francisco Cruz
Guilherme Santos | Ian Kegler | Joana Chora | Joana Magalhães
Leonor Dupic | Maria Figueiredo | Maria Gala | Mª Inês Canavilhas
Mariana Maia | Marta Tavares | Matilde Maia | Pedro Pinto
Raquel Monteiro | Rita Barata | Rodrigo Amaral | Salomé Duarte
Sérgio Correia | Teresa Vieira | Tiago Guedes | Vasco Brito
Afonso Arruda | Alex Bastos
Ana Davies | Ana Borges
André Silvestre | Bianca Lupsa
Beatriz Cerqueira | Beatriz Peixoto
Carolina Rodrigues | Daniel Pacheco
Davide Jori | Francisco Cruz
Guilherme Santos | Ian Kegler
Joana Chora | Joana Magalhães
Leonor Dupic | Maria Figueiredo
Maria Gala | Mª Inês Canavilhas
Mariana Maia | Marta Tavares
Matilde Maia | Pedro Pinto
Raquel Monteiro | Rita Barata
Rodrigo Amaral | Salomé Duarte
Sérgio Correia | Teresa Vieira
Tiago Guedes | Vasco Brito
Afonso Arruda | Alex Bastos
Ana Davies | Ana Borges
André Silvestre | Bianca Lupsa
Beatriz Cerqueira | Beatriz Peixoto
Carolina Rodrigues | Daniel Pacheco
Davide Jori | Francisco Cruz
Guilherme Santos | Ian Kegler
Joana Chora | Joana Magalhães
Leonor Dupic | Maria Figueiredo
Maria Gala | Mª Inês Canavilhas
Mariana Maia | Marta Tavares
Matilde Maia | Pedro Pinto
Raquel Monteiro | Rita Barata
Rodrigo Amaral | Salomé Duarte
Sérgio Correia | Teresa Vieira
Tiago Guedes | Vasco Brito



Marcos Cerejo
Marcos Cerejo
Licenciado em Formação Musical e Direção Coral pela Escola Superior de Música de Lisboa onde concluiu também o Mestrado em Direção Coral sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Lourenço e coorientação da Prof. Manon Marques com o título Recurso ao movimento como ferramenta de trabalho de desenvolvimento de técnica vocal em coros infanto-juvenis. É atualmente Diretor Artístico dos coros Nova Era Schola, Pequenos Cantores da Pontinha, do Coro Vozes Crescendo, Coro da NOVA-SBE. Professor convidado na 2° e 5ª edição da Lisbon Choral Conducting Masterclass em 2021 e 2024.
Criador e produtor dos espetáculos corais coreografados e multidisciplinares como Terra, Humanidade e Paz, com o Coro Pequenos Cantores da Pontinha; A Viagem dos Pastores, EQUINOX, com o Nova Era Schola. Já trabalhou com mais de 40 coros e ensembles como maestro convidado entre eles o Nova Era Vocal Ensemble, Regina Caeli, Grupo Coral de Queluz, Coro do Festival Coral de Verão de Lisboa, Coro Participativo da Gulbenkian, Grupo Coral de Lagos. Trabalhou com os maestros Paulo Lourenço, Vasco Pearce de Azevedo, Alberto Roque, Pedro Teixeira, Paul Hillier, Jim Daus Hjernøe, Bernie Sherlock, Kaspers Putnins, Krista Audere, Daniel Reuss.
É professor convidado em Workshops e Formações de Música para grupos de teatro. Criador e compositor de bandas sonoras improvisadas ao piano sobre filmes mudos. Mantém atividade regular como pianista acompanhador e arranjador. Já lecionou no Conservatório Nacional, Academia de Amadores de Música, Conservatório Euterpe Alhandrense, na ESTAL, e Conservatório de Música e Artes de Lagos. Professor convidado para o Manual de Música 100% Música da Editora LEYA.
Licenciado em Formação Musical e Direção Coral pela Escola Superior de Música de Lisboa onde concluiu também o Mestrado em Direção Coral sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Lourenço e coorientação da Prof. Manon Marques com o título Recurso ao movimento como ferramenta de trabalho de desenvolvimento de técnica vocal em coros infanto-juvenis. É atualmente Diretor Artístico dos coros Nova Era Schola, Pequenos Cantores da Pontinha, do Coro Vozes Crescendo, Coro da NOVA-SBE. Professor convidado na 2° e 5ª edição da Lisbon Choral Conducting Masterclass em 2021 e 2024.
Criador e produtor dos espetáculos corais coreografados e multidisciplinares como Terra, Humanidade e Paz, com o Coro Pequenos Cantores da Pontinha; A Viagem dos Pastores, EQUINOX, com o Nova Era Schola. Já trabalhou com mais de 40 coros e ensembles como maestro convidado entre eles o Nova Era Vocal Ensemble, Regina Caeli, Grupo Coral de Queluz, Coro do Festival Coral de Verão de Lisboa, Coro Participativo da Gulbenkian, Grupo Coral de Lagos. Trabalhou com os maestros Paulo Lourenço, Vasco Pearce de Azevedo, Alberto Roque, Pedro Teixeira, Paul Hillier, Jim Daus Hjernøe, Bernie Sherlock, Kaspers Putnins, Krista Audere, Daniel Reuss.
É professor convidado em Workshops e Formações de Música para grupos de teatro. Criador e compositor de bandas sonoras improvisadas ao piano sobre filmes mudos. Mantém atividade regular como pianista acompanhador e arranjador. Já lecionou no Conservatório Nacional, Academia de Amadores de Música, Conservatório Euterpe Alhandrense, na ESTAL, e Conservatório de Música e Artes de Lagos. Professor convidado para o Manual de Música 100% Música da Editora LEYA.
